Jeton Kelmendi TONI
Jeton Kelmendi - Português

Jeton Kelmendi
Contact
Si shkohet për të vet vetja
Books
Photo
Français
Español
Português
فارسی
العربية
Nederlandse
Bangla
Hrvatski
Română
Deutsch
English
Македонски
українську
Россию
Ελληνικά
Türk
Svenska
Norsk
Finnish
Polska
Italiano
Bosanski
Slovenščina
հայերեն
中;;文;; China
日;本; (Japonise)
한;국;어; Corean
Eesti
Externel links
Photos of Kelmendi
Guestbook



 

 

Biografia
 
Jeton Kelmendi, poeta, dramaturgo e publicista, nasceu em 1978 em Peja – Kosovo.
 
Kelmendi cursou o ensino fundamental e médio em sua cidade, Peja, e o ensino superior em Comunicação Social – Jornalismo em Prishtina, seguindo os estudos de pós - graduação na ULB, Universidade de Bruxelas (Políticas internacionais e questão de segurança).
Durante muitos anos escreveu poesias, prozas, ensaios e narrações.
É correspondente de muitas mídias albanesas e colabora com muitas outras no estrangeiro, onde aborda várias questões culturais e políticas, mas é mais focado nos temas internacionais.
Jeton Kelmendi é um nome bastante familiar para os leitores da poesia kosovar, tendo se tornado conhecido após a publicação do primeiro sumário "Século de promessas" em 1999.
Posteriormente publicou muitos livros. Suas poesias são traduzidas em mais de 22 idiomas, também foram publicadas em algumas antologias internacionais.
É um dos poetas albaneses mais traduzidos.
Segundo os críticos literários é um ótimo representante da poesia albanesa moderna.
Kelmendi é membro de alguns clubes internacionais de poetas e contribue com algumas revistas literarias e culturais, especialmente em inglês, francês e romeno.
O foco do seu trabalho está voltado para a área da arte literaria e expressão poética, abordando texto moderno e profundidade da mensagem.
Centrado especialmente em letras de amor e sequências elípticas conjugando com metáforas e símbolos artisticos.
É veterano da guerra do Exército de Libertação do Kosovo durante o período 1998-1999.
Atualmente mora e trabalha em Bruxelas – Bélgica.
 
Suas obras:
 
                 O século das promessas, 1999 (poesia)
                 Por trás do silêncio, 2002 (poesia)
                 Se é meio-dia, 2004 (poesia)
                 Dê-me um pouco de pátria, 2005 (poesia)
                 Srta. Palavra, 2007 (teatro)
                 Chegou com as pegadas do vento, 2008 (poesita)
                 O tempo quanto tem tempo, 2009 (poesia)
                 Jornada dos pensamentos, 2010 (poesia)
                 EU mission in Kosova after its independence, 2010 EUA
 
 
Obras em outras linguas:
 
-Ce mult s-au rãrit scrisorile, Romenia 2008
-Breath, India 2009
-Dame parol/drama, França 2011
-COMME LE COMMENCEMENT EST SILENCIEUX, Paris, França 2011
-ΠΟΥ ΠΑΝΕ ΟΙ ΕΡΧΟΜΟΙ Grecia 2011
-Wie wollen, Alemanha 2011
-Nasil sevmeli, Turquia 2011
-A Palavra Evitou o Silêncio, Brasil 2011
    -How to reach yourself, EUA 2010
 
Reconhecimentos internacionais:
 
 - Grande prémio internacional “Solenzara Paris”
 - Encontro nacional de poesia “Din Mehmeti” - Gjakove 2011
 - Membro da Associação europeia de Jornalistas Profissionais, em Bruxelas
 - Membro da Academia de Ciências e Artes da Europa, Paris
 
Tradução ao Português:
Dafina Thaçi
 
 
POEMAS
© Jeton Kelmendi, 2010

Tradução ao Português:
André Damázio e Rafaella Capelari

Primeiras Palavras http://www.scribd.com/doc/27889255/Jeton-Kelmendi-Poemas-Portugise

Jeton Kelmendi é um autor que, escrevendo uma poesia
tridimensional, entrelaça o futuro e o presente e comunica isso
de uma maneira original e também tradicional. Os críticos
literários valorizam seu verso pela clareza, poder e execução
artística de suas mensagens.
A linguagem de Kelmendi é individual e naturalmente fala ao leitor, em uma forma
agradável e atrativa, devido a, talvez, seus conceitos figurativos complexos e
tocantes. A essência de sua poesia é a narrativa vertical e o cerne do assunto
selecionado, no qual ele brinca no tempo e espaço.






Srta. Palavra e Sr. Pensamento

1.
Tenho falado um pouco
Diferentemente
Muito triunfantemente
Senhorita
Espero
Que não te ofendas
Pois elas são afinal
Meramente as palavras de um poeta
E sabes que é permissível
Despir os pensamentos vestidos
Totalmente nus
E os desnudos
Vesti-los com os ternos que gosto
Ou
Está tudo bem para ti
Que te diga que te amo
As palavras que todo mundo diz
Para qualquer um
Como um marido para a esposa
Senhorita
Imploro pela diferença

2.
Bem
O pensamento de nada serve sem a palavra
Ou a palavra
Nada significa se a mente não está engajada
Tu és tão querida,
Tu és a Senhorita Palavra
E eu sou o Sr. Pensamento
É assim que eu sempre vi
A mim mesmo contigo
A ti mesma comigo
Ainda
Essa fórmula de amor
Em qualquer lugar
Se afinal sobreviverá
A modernidade
Então Srta. Palavra, és atraente
Quando o Sr. Pensamento
Empresta-te seu charme

3.
Venha
Façamos as pazes
Porque o silêncio
Assiste ansiosamente
Ao que acontecerá conosco
De qualquer maneira
Srta. Palavra
Quero dar-te um beijo
Apenas um
E não sei como virão
Um segundo ou terceiro
Deixe a liberdade viver livre
Deixe a palavra,
A mente
Falar o que quer
que desejem
Agora quero
O primeiro beijo

Paris, Julho de 2006

A Palavra Evitou o Silêncio

Eu costumava ficar em silêncio
Ontem
Para poder falar um pouco
Inspirei o hálito da tristeza
Sempre me dirigi
A regiões remotas
De encontro a seus olhos
A ti
Para falar-te silenciosamente
Para dizer-te
Sobre ti
E eu
Eu me esforcei
Para dizer-te
Que és
O pão das linhas
A água das palavras
Eu para ti
A canção mais cantada
Sempre
Eu quis ficar em silêncio
Falar pouco
Tornar-me sombra
Para prevenir a luz do sol
Eu quis
Superar
Todos os contratempos da humanidade
E eu percebi
Como poderia
Encontrar-me
Mais perto de ti
Mais cedo ou mais tarde
Ontem
Eu tentei
Desfrutar ao máximo
Sob a Sombra da Memória
Eu te diria algo esquecido
Algo que não possa ser lembrado
nem mesmo amanhã
O esquecimento torna-se cada vez mais velho
Quando o silêncio viaja
Anseio por ti
Junto ao carvalho seco pelo sol
Enfileirado junto ao verso
Pendurado à ponta de meus anseios
Onde alguém geralmente espera pela amada
Eu me sento para descansar
Até que acabe o outono e as luzes se acendam
Eu tentei
Dizer-te exceto aquilo
Seus ritos
Afinal
É um novo começo
E não há como prosseguir em silêncio
Nenhum caminho me leva a ti
Mais cedo que hoje
Minha estrela almejada
E quão mais alto vou
Mais baixo me leva a neblina
Oh, se eu tivesse experimentado amor sincero
Nada temeria
E não é má ideia sonhar
Considere mesmo essa pessoa
Um pelotão de esforços
Um pensamento profético
Rodopiando
Levam-me a ti
Não importa que estejas envolta em teu mundo
Abra espaço para mim
Na poesia
Depois da vinda
E o bardo respondeu
Conhecemos o destino
Das canções épicas
Através do crânio
Da palavra
Entramos
Juntos no velho bairro
Com uma maçaneta
Da palavra
E suspendemo-la dele
Nostalgia do meu eu partido
Daqui para o além
Será meu dia
Porque para fora do mundo vou

Paris, 2007

Assim que nos conhecermos

Eu, um poeta
Tu, uma bela moça
Ainda assim, não nos conectamos
Que foi?
Minha crônica
Desfaz teu sonho
Ou estás em um de teus humores
Fale-me do fogo sem fumaça
Em um momento
Teu café está esperando por nós
E minha linha trêmula
Compreende
Iremos para cima e abaixo no mundo
Podemos fazer mais
Do que podes imaginar, juntos
Então, isso é algo dado
Fim de setembro de 2006, Paris
Elipses
Agora emerge
E então desaparece
Aproxima-se
De um lado
E para longe
Do outro
Brilha cintilantemente
Silencia-se
E sua boca loquaz
Cria um mundo interno
Com o qual vês ao invés
Ela tem um gosto por línguas
De alguma maneira
Desvia-se
E ainda o fita
Entra no mundo
E perturba tua paz
É algo
Algo grande

WoluWe, Bruxelas 2006

Por uma segunda-feira

Dois sons
De uma manhã antecipada
Em um cômodo
E
Os pensamentos que vão além
Do evento
Se o olhar cativo da moça
Chama-te
Poderias
Ficar quieto
Três pontos elípticos
As primeiras horas da segunda-feira
E não podes preencher a distância
Até ela
E se apenas o texto
Escrito pelas mãos da srta. Palavra
Acordassem-te
Um passo mais perto
Sentirias
Como poderíamos
Ficar acordados
Não estávamos juntos?
Ao Invés da Palavra
Até quando? Em sombra
O corpo do teu silêncio
Vieste no despertar do vento
Rainha de ninguém
Até quando essas planícies
Estarão cheias de nada
O destino nos quis unir
No entanto tudo foi para direções opostas
Até quando esconderemo-nos de nós mesmos
O desconhecido
Um pensamento piscou
Ao invés da palavra

Audergham, 9 de Março de 2007

Ao copo de Yen

Bebe homem
Teu copo
O vinho tinto dela
Yen
Bebe prontamente
Até o fim
Não deixe
A gota
Da linha
Para ser escrita na solidão
Ainda assim
Sóbrio
Tu és um homem inteiro

Outono de 2006, Paris

Sobre o autor:
O poeta albanês Jeton Kelmendi nasceu em Peja em
1978. Ele cursou o ensino fundamental e médio em sua
cidade natal, e seguiu os estudos na Universidade de
Pristina.
É correspondente de muitas mídias albanesas e colabora
com muitas outras no estrangeiro. Kelmendi é um nome
bastante familiar para os leitores da poesia kosovar desde
2000. Também é renomado como jornalista de cobertura de
assuntos políticos e culturais.
A poesia de Kelmendi é traduzida em muitos idiomas e está inclusa em muitas
antologias. Ele é membro de muitos clubes internacionais de poetas e contribuiu
com muitas revistas culturais, especialmente em Inglês.
O pensamento essencialmente poético de Kelmendi está na sutileza da expressão e
no cuidado com a palavra. Os temas predominantes em suas criações são o amor e
as duras realidades das situações políticas, bastante frequentemente permeadas por
sentimentos de desapontamento pelo estado presente das negociações.
Veterano de guerra do UCK (Exército de Libertação Kosovar), Kelmendi atualmente
mora em Bruxelas, e é membro da Associação de Jornalistas Profissionais da
Europa.
Obras

Em albanês
O século das promessas, 1999 (poesia)
Por trás do silêncio, 2002 (poesia)
Se é meio-dia, 2004 (poesia)
Dê-me um pouco de casa, 2005 (poesia)
Para onde estão indo os que chegam, 2007 (poesia)
Srta. Palavra 2007 (teatro)
Você seguiu as pegadas do vento 2008 (poesia)
O tempo quanto tem tempo 2009 (poesia)
Em romeno
Quão raras tornaram-se as cartas, 2007 (coletânea de poesia)

lexoni shkrime letrare dhe publicistike nga Jeton Kelmendi

Fjala ketu e ka vendin e thënë si një veqnti në dimensionet artistike

Jeton Kelmendi poet publicist

Miqtë e e artit këtu kapërcejnë qetësinë

Libri i mendimeve

Heshtja dhe zhurma ime flasin me të njëjtëmn gjuhë


=> Do you also want a homepage for free? Then click here! <=
Jeton Kelmendi